O cenário político do Distrito Federal inicia o ano com sinais claros de renovação e reposicionamento de lideranças. Nesse contexto, o nome de Crícia Martins ganha força nos bastidores e passa a ser tratado como uma das apostas mais consistentes de partidos que buscam ampliar a presença feminina e renovar quadros para as próximas eleições.
Cofundadora da Comunidade Pentecostes, Crícia atua na gestão ao lado do padre Moacir Anastácio e construiu, nos últimos anos, uma trajetória marcada por forte atuação social, diálogo direto com comunidades e posicionamento firme em pautas sensíveis, especialmente ligadas à família, acolhimento e saúde emocional. Na última disputa eleitoral, obteve mais de 9 mil votos, consolidando uma base expressiva de fiéis, voluntários e lideranças comunitárias no DF.
O crescimento de sua imagem pública tem chamado a atenção de diferentes legendas. Dirigentes de partidos como Republicanos, União Brasil, PP, PSD e Podemos reconhecem que há hoje uma demanda clara por nomes femininos competitivos, com base social real e baixa rejeição. Segundo um dirigente partidário ouvido pela reportagem, “Crícia é um diamante em processo de lapidação, com potencial eleitoral e enraizamento social”.
A leitura nos bastidores é de que quem precisa fechar nominata competitiva busca exatamente perfis como o de Crícia Martins: liderança feminina, discurso coerente, atuação contínua fora do período eleitoral e conexão direta com a população. A política no Distrito Federal passa por um processo de renovação, e a aposta em novos nomes tem sido estratégica para grandes partidos.
Crícia também vem ampliando seu arco de apoio político, recebendo reconhecimento de lideranças. Nos bastidores, padrinhos políticos trabalham para viabilizar sua chegada à Câmara Legislativa do Distrito Federal, embora a pré-campanha mantenha foco declarado no trabalho social e na escuta das comunidades.
Com presença crescente, discurso alinhado à realidade do DF e uma base social consolidada, Crícia Martins passa a figurar entre os nomes mais observados do processo de renovação política que se desenha para 2026.


