O PSD nunca lançou um candidato à Presidência da República. Em 15 anos de trajetória, o partido optou por um caminho diferente: crescer de forma consistente, elegendo prefeitos em todo o país, mais do que qualquer outra legenda, reelegendo governadores com altos índices de aprovação e consolidando uma das maiores bancadas da Câmara dos Deputados.
Agora, esse ciclo de construção chega a um novo momento. Pela primeira vez, o PSD se prepara para disputar a Presidência — e com nomes que carregam experiência e resultados comprovados.
Entre as opções estão três governadores amplamente reconhecidos: Ratinho Junior, com altos índices de aprovação; Eduardo Leite, à frente da reconstrução do estado; e Ronaldo Caiado, responsável por avanços expressivos em sua gestão. Todos reeleitos, todos com trajetória consolidada.
O ponto em comum entre eles é claro: foco em resultados, equilíbrio e capacidade de gestão — longe de disputas ideológicas estéreis.
Enquanto isso, o cenário nacional segue polarizado, com altos índices de rejeição entre os principais nomes e uma parcela significativa do eleitorado ainda aberta a mudar de voto.
É nesse espaço que o PSD aposta. Com uma base sólida e nomes competitivos, o partido entra na corrida presidencial disposto a apresentar uma alternativa.
O presidente da sigla, Gilberto Kassab, deve anunciar o candidato até o dia 31 de março. A movimentação marca o início de um novo capítulo na política brasileira.


