Leila fecha primeira suplência e coloca Raphael Sodré no tabuleiro do Senado

Renata Schuster Poli – Jornalista, pós-graduada em Comunicação Eleitoral e Marketing Político, CEO do Grupo Vou Lá de Comunicação e analista política com mais de vinte anos de experiência. Atuou na Câmara dos Deputados, na Vice-Governadoria e na Governadoria do Governo do Distrito Federal, além da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Escolha reforça articulação da senadora e dá novo peso jurídico e político à chapa do PDT

A senadora Leila do Vôlei começou a fechar as peças do seu tabuleiro eleitoral. A parlamentar anunciou Raphael Sodré como primeiro suplente de sua chapa ao Senado Federal e, com a escolha, sinaliza que pretende disputar a eleição de 2026 com uma composição que combine densidade política, experiência institucional e discurso técnico.

- Publicidade -

Advogado, professor e doutor em Direito Constitucional, Sodré não chega à chapa apenas para ocupar uma vaga de suplente. Sua trajetória no Congresso Nacional, no Executivo e na área jurídica agrega musculatura a uma candidatura que precisará enfrentar uma disputa cada vez mais embaralhada pelas duas cadeiras do Distrito Federal.

Nos bastidores, a escolha também é vista como uma tentativa de ampliar o campo de diálogo da candidatura de Leila. O perfil jurídico e institucional de Sodré pode ajudar a aproximar setores que transitam entre o mundo político, acadêmico e jurídico de Brasília.

Ao anunciar o companheiro de chapa, Leila fez questão de destacar a construção coletiva do projeto e agradecer ao PDT-DF, à Federação PSOL/Rede e às forças que vêm se somando à sua candidatura.

Mais do que uma formalidade eleitoral, a indicação mostra que Leila já começou a organizar seu exército para uma eleição que promete ser uma das mais disputadas dos últimos anos.

E tem um detalhe que merece atenção: em uma corrida ao Senado em que cada nome precisa agregar votos, alianças e credibilidade, a primeira suplência deixou de ser mero coadjuvante. É peça estratégica.

Raphael Sodré entra justamente nesse espaço.

Agora, resta saber se a composição conseguirá transformar currículo e articulação política em votos — porque, no fim das contas, é a urna que decide quem sentará na cadeira do Senado.

Comentários

Últimas