MEMÓRIA CANDANGA

  MEMÓRIA CANDANGA
Newton Egydio Rossi, Embaixador Augusto Estelita Lins, Marilene Gentili e José Carlos Gentili.
José Carlos Gentilli – Escritor, Membro da Academia de Letras de Brasília, da Academia Brasileira de Filologia e da Academia das Ciências de Lisboa

Newton Egydio Rossi, Embaixador Augusto Estelita Lins, Marilene Gentili e José Carlos Gentili.

O tempo passa, as pessoas voam para outros páramos, ficando a saudade e a memória, que se esvaem no turbilhão do esquecimento.Todavia, as fotos amarelecidas, resistem às intempéries do descaso, a feitio de baluartes incólumes da historicidade.Brasília, dita Capital da Esperança, não foge à regra.A foto em comento tem figurantes e narrativas, ainda. Um pouco mais, será apenas um registro fotográfico, sem pé, nem cabeça, como dizem. À esquerda: Newton Egydio Rossi, um dos maiores tribunos de Brasília e primeiro Presidente da Academia de Letras de Brasília. Após, outromembro da Casa de Cultura, Embaixador Augusto Estelita Lins, ambos saudosos pioneiros. Adiante, casal Marilene e José Carlos Gentili, o último,também integrante da Academia de Letras de Brasília e ex-Presidente do Clube dos Pioneiros de Brasília.O instantâneo, como dizia o saudoso fotógrafo da Manchete – Gervásio Baptista, registra a presença de representantes brasileiros em reunião da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em Miami, nos USA.Brasília tem história e Adirson Vasconcelos, cearense, testemunha viva, pioneiro candango, sem dúvida o mais importante historiador, representaa fixação dos registros dos primórdios deste sonho de JK.Costumo afirmar que o tempo é o senhor das ações!Brasília tornou-se uma realidade nacional e internacional, graças aos seus indômitos pioneiros!

Da Redacao

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