Gustavo Aires: de filho de político à atual administrador de Samambaia

Gustavo Aires: de filho de político à atual administrador de Samambaia

Conhecido como um gestor diferenciado, Gustavo Aires tem sido reconhecido pelo lado humano, de atender as reivindicações individuais e coletivas, para que a população tenha mais qualidade de vida. Atuante na vida pública do Distrito Federal desde muito pequeno, por causa do pai, o ex-deputado distrital, Odilon Aires, Gustavo sentia na pele o dia a dia de um político, com agendas extensas e demandas para serem solucionadas.

Brasiliense, apaixonado pelo quadradinho, foi criado no Cruzeiro mas, desde sempre, teve contato com todas as regiões do DF. Conhecendo pessoas de diferentes formas, foi se apaixonando pelas histórias que ouvia e, dentro dele, sempre existia uma vontade de lutar pelas causas das pessoas, até que decidiu pela graduação em direito e, após a conclusão do curso, tornou-se advogado, atuando na área eleitoral.

Gustavo é o atual segundo vice-presidente do MDB/DF, seguindo os passos do pai, Odilon Aires, que foi um dos precursores do partido em Brasília. No início da gestão do Ibaneis Rocha, foi convidado para ser o secretário das cidades, trabalhando nas áreas de feiras, quiosques e ambulantes. Na pasta, foi responsável pela criação do programa Feira Legal, que modificou a legislação dos feirantes e trouxe reformas estruturais para esses locais.

Além disso, existiam dois projetos de campanha do Ibaneis Rocha que ele precisava dar andamento: a criação de duas novas regiões administrativas, Arniqueira e Pôr do Sol e Sol Nascente. Como secretário, ele realizou audiências públicas para a consulta a população (um dos passos exigidos em lei) pra que essas cidades fossem criadas. Gustavo deu todos os andamentos necessários, até que a Câmara Legislativa aprovasse e fosse assinada a autorização pelo governador.

Por ter um perfil mediador, Aires foi designado pelo governador para administrar a cidade de Samambaia, de forma a apaziguar os ânimos na cidade. O trabalho que desenvolveu em poucas semanas, o fez permanecer no cargo, o que já faz quase dois anos e meio.

Além disso, Gustavo tem buscado políticas públicas para portadores de doenças raras, causa que levantou após o diagnóstico do pai, que tinha a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Da Redacao

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