Ciro Gomes repete zerar SPC e sugere novidade de parcelar smartphones em 36 vezes

Ciro Gomes repete zerar SPC e sugere novidade de parcelar smartphones em 36 vezes

Em lançamento oficial do pedebista também prometeu acabar com reeleição, com teto de gastos e criticou principais adversários

Em tom populista, o candidato a presidente da República, Ciro Gomes (PDT) oficializou a pré-candidatura na disputa pela presidência da República nesta 5ª feira (21). Será a quarta tentativa do pedetista de ocupar a cadeira do Palácio do Planalto.

Como na última candidatura, em 2018, Ciro voltou a fazer promessas consideradas polêmicas, como a de livrar 60 milhões de pessoas dos cadastros de devedores SPC e Serasa.

E, desta vez, trouxe uma proposta diferente: a possibilidade de parcelamento de smartphones em 36 vezes, sem juros, pela população de baixa renda.

O candidato também prometeu acabar com a reeleição e com o teto de gastos, que limita a aplicação de recursos financeiros de acordo com a inflação.

No primeiro discurso como candidato, Ciro também não economizou críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PL), ao qual se referiu como boçal, quando exemplificou a atuação do atual governante diante da pandemia.

Ajuda

“Quero ajudar o Brasil a libertar-se das garras do ódio e da mediocridade paralisantes. Ajudar o Brasil a retomar o seu destino e colocá-lo no centro das decisões mundiais. Quero ser o presidente da rebeldia e da esperança”, disse.

Lula (PT) também foi alvo frequente, acusado de distribuir benesses a empresários com verba de estatais, citando a Operação Lava-Jato. O ex-juiz Sergio Moro também foi citado, classificado por Ciro como despreparado e controverso, ao atuar como consultor em benefício de empreiteiras condenadas por corrupção.

Esta é a quarta vez que Ciro se lança ao Palácio do Planalto. O melhor resultado foi em 2018, quando ficou em terceiro lugar após receber 12,47% dos votos, o que representava na época pouco mais de 13 milhões de eleitores.

A carreira política do candidato começou na década de 80, quando foi deputado estadual pelo Ceará. Em seguida, foi ministro da Fazenda, da Integração Nacional e deputado federal.

Da Redacao

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