Por: Donny Silva Jornalista

Chegou ao final o processo de licitação para escolha das agências que vão cuidar da publicidade do GDF.

O certame foi vencido por algumas das maiores e mais tradicionais empresas do mercado – Propeg, Nova/SB, Kalya4 e Babel – depois de uma disputa que envolveu 27 agências e que enfrentou muita baixaria nos bastidores.

Uma das concorrentes, a Cálix, tentou melar a disputa de todas as maneiras e acabou sendo obrigada a pagar as custas processuais por decisão da Justiça, depois de tentar  desqualificar a Comissão de Licitação. O curioso é que a comissão foi criada seguindo a mesma legislação que fez a Comissão da Licitação do BRB, quando a Cálix ganhou o certame.

A Justiça reconheceu a lisura do processo. “Sem qualquer indício de infringência aos princípios da impessoalidade, da isonomia e da igualdade de condições dos  participantes, que devem ser garantidos nas licitações públicas, há de se inferir pela legalidade do ato administrativo apontado como coator”, escreveu o juiz Leandro Garcia Gomes Filho.

A empresa Cálix é conhecida por tentar tumultuar disputas legais e, segundo fontes,  por usar um certo desqualificado veículo de comunicação como agente para espalhar boatos.

Depois do fracasso de tentar interferir no processo legal do GDF, a empresa mira na disputa que o Governo Federal vai abrir nos próximos meses, de olho numa verba de aproximadamente R$500 milhões.

Aí vale tudo! Segundo informações, a Cálix já alardeia no mercado publicitário proximidade com o núcleo duro do Palácio do Planalto, acreditando que a amizade com um jovem senador carioca basta para garantir a vitória.

Vencer pela competência não passa pela cabeça da agência.