Obra do Colégio Everest é, segundo justiça, de elevada relevância social Colégio Everest está em perfeita consonância com a ordem jurídica 

O Juiz Carlos Frederico Medeiros atesta que a obra do Colégio Everest foi devidamente autorizada por todos os órgãos governamentais responsáveis e não está situada em uma área de preservação ambiental. Ressalta ainda que o Colégio Everest desenvolve uma atividade de elevadíssima relevância social, voltada para à educação, o que atende ao interesse jurídico de proteção integral à infância e juventude. 

As obras do Colégio Internacional Everest, no Lago Sul, foram paralisadas no dia 04/05 e retornaram, hoje, 31/05, após decisão judicial na última sexta-feira, 28/05. A construção havia sido paralisada de forma temporária, a pedido da Vara de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, por supostamente estar dentro da área de preservação ambiental REVIS Garça Branca. Após análise de documentação enviada pelos mais diversos órgãos do DF, ficou evidente para o Exmo Juiz que “o fato inconteste é que não há a definição da poligonal da REVIS Garça Branca, não sendo razoável que se imponha