RAY CUNHA raycunha@gmail.com

RAY CUNHA, DE BRASÍLIA – Nesse domingo 11 de abril, centenas de milhares de patriotas foram às ruas protestando contra o terror imposto por alguns governadores e prefeitos impedindo o ir e vir dos cidadãos e que se abra o comércio, além do terror dos comunistas, que querem instalar no Brasil uma ditadura tipo a da Venezuela. O presidente conservador Jair Bolsonaro vem gritando, nos seus discursos e falas com a população, que a tentativa de desmoralizá-lo e prendê-lo é mais clara do que os dias ensolarados em Brasília.

Aliás, ele era sabedor disso ainda candidato, quando meteram uma peixeira nele que quase o varou, rebentando suas tripas; até hoje não se compreende como ele não foi desta para melhor. Pegaram o autor, mas não pegaram o mandante. No fim das contas a Justiça chegou à conclusão de que o autor, Adélio Bispo, é louco, enjaulou-o em um hospício e bateu o martelo: caso encerrado.

O terrorismo praticado em alguns municípios por prefeitos e governadores comunistas em nome do combate à pandemia e a guerra nas altas esferas do país e na imprensa entre bolsonaristas e comunistas, que lutam pela instalação no Brasil de um regime como o da Venezuela e de Cuba, está ateando fogo em Brasília, e o incêndio já bem maior do que a queimada sazonal na Amazônia.

Em Cuba, as famílias jogam suas meninas na prostituição para não morrerem todos de fome e na Venezuela ainda estão na fase de limpeza, matando os que são contra o regime de fome e na bala. Na outra ponta, as famílias Castro e Maduro transferiram o PIB dos dois países para paraísos fiscais, e os generais que garantem o regime ficam com o controle do narcotráfico.

Havia a esperança de os Estados Unidos apearem Hugo Chávez Maduro, mas isso foi transferido mais para a frente. No Brasil, Lula Rousseff aparelhou fundo o Estado e o pessoal que mamou trilhões na burra, incluindo aí os balcões de negócios midiáticos, está enlouquecido com o jejum da propina.

Embora o Muro de Berlim tenha desabado há 30 anos e a quadrilha dos Castro seja atualmente apenas um exército esfarrapado, os comunistas tomam conta de um país por meio de ações altamente insidiosas, como o aparelhamento do Estado, a desmoralização do ensino e da religião, a implosão da família, o desarmamento da população e a contrainformação, com a mídia adestrada repetindo mentiras ad nauseam e usando os idiotas úteis, os alienados.

Porém o Artigo 142 pode ser o remédio constitucional para a tentativa de ditadura de qualquer um dos três poderes, e as Forças Armadas têm experiência suficiente para saber que o comunismo é nada mais, nada menos, do que uma máfia internacional organizadíssima; uma nuvem, mas não de gafanhotos, com milhões de hienas prontas para comer até a alma dos incautos. Só que as Forças Armadas não são incautas.

Mas por que gente considerada intelectual, jornalistas, artistas, até pensadores, caem de boca na mandioca dos líderes comunistas? As razões são muitas. A primeira delas é grana. Em um estado controlado por comunistas, o assalto é geral, por meio do furto mesmo, cabide de empregos, criação de estatais inúteis, mas que enche os bolsos da quadrilha, enfim, um assalto permanente.

Outra razão é que em uma ditadura totalitária os psicopatas têm grandes possibilidades de chegaram a cargos importantes e ali perpetrarem todo tipo de abominação. Também há os inocentes úteis, pessoas mal informadas, a nata da estupidez, que beijam os pés dos algozes.

O fato é que uma guerra intestina se desenrola neste momento na Praça dos Três Poderes e o Brasil começa a sentir abalos. Muitos já partiram mortos pela fome mesmo, outros se mataram, um sem número foi assassinado, inclusive pelos milhares de bandidos soltos recentemente, alguns deles líderes de máfias poderosas, que espalham terror, traficando e abastecendo o país com toneladas e toneladas de drogas, prostituindo, corrompendo e matando.

Contudo, até os pombos da Praça dos Três Poderes sabem que uma hora terá que acontecer o Dia D. Ou os bolsonaristas põem ordem no país ou os patriotas serão devorados inicialmente pelo ânus e genitália, que é por onde as hienas geralmente começam a comer suas presas, vivas, pois o sangue lhes sabe mais saboroso.