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RAY CUNHA, DE BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, lançaram, terça-feira 9, o programa Adote um Parque, 132 unidades de conservação federais na Amazônia, 15% do bioma, 63,6 milhões de hectares, abrindo para que pessoas físicas e jurídicas, nacionais e estrangeiras, façam doações a serem investidas na proteção ambiental. A perspectiva é que captem mais de 3 bilhões de reais por ano.

O Carrefour foi a primeira empresa a confirmar sua participação no programa, com a intenção de contribuir com 3,8 milhões de reais para preservar 75 mil hectares. “Estamos felizes, pois são ações concretas, não são palavras. São ações concretas dedicadas à Amazônia” – disse o presidente do Carrefour na América Latina, Nöel Prioux, que participou do lançamento do programa. O Carrefour adotou a Reserva Extrativista do Lago do Cuniã, em Rondônia, com cerca de 75 mil hectares.

“Já temos diversas outras empresas que manifestaram interesse e agora, com a assinatura do decreto, poderão formalizar contrato” – anunciou Ricardo Salles.

O dinheiro arrecadado será utilizado na prevenção e ao combate a incêndios e desmatamento, recuperação de áreas degradadas, implementação de manejo e à vigilância e monitoramento dos parques.

No seu discurso, Bolsonaro mencionou várias vezes a França. “Não tem por que o Brasil e a França se distanciarem. Afinal de contas somos vizinhos. A maior fronteira com a França é o Brasil. Temos que ser amigos” – salientou, lembrando que a Guiana Francesa tem 730 quilômetros de fronteira com o Amapá e o Pará.

A Guiana Francesa é um departamento ultramarino da França, na costa do Atlântico Norte da América do Sul, fazendo fronteira com o Brasil a leste e sul e com o Suriname a oeste. Trata-se do único território continental nas Américas sob a soberania de um país europeu.

Com 83.534 quilômetros quadrados e 281.612 habitantes, sua capital é Caiena, fundada em 1643. Os franceses importavam africanos para trabalharem como escravos em plantações de cana, prática abolida em 1794, restabelecida em 1802 e novamente abolida em 1848. Depois, virou colônia penal. Entre 1852 e 1958, mais de 70 mil franceses foram deportados da França e confinados nas penitenciárias, onde eram submetidos a trabalhos forçados.

Em 1965, o presidente De Gaulle criou o Centro Espacial da Guiana, principal local de lançamento de foguete da Agência Espacial Europeia.

A França é uma das maiores potências mundiais, em todos os setores, e influenciou meio mundo com sua cultura. No Brasil, que abriga comunidades de todo o planeta, os franceses estão umbilicalmente ligados ao país, pois fazem parte de sua história, especialmente na cidade do Rio de Janeiro.

Atualmente, por conta de besteiras que o presidente socialista francês Emmanuel Macron tem espirrado para a imprensa que reza para ter Lula de volta no Palácio do Planalto, e voltar a nadar em dinheiro, houve, nas redes sociais, uma grita contra Macron, que incrimina o presidente Jair Bolsonaro como o incendiário da Amazônia, considerando a questão como “crise internacional”.

“A nossa casa está queimando” – comentou Macron sobre recentes incêndios na Amazônia, ameaçando à “conveniência de conferir um status internacional” à Hileia se os presidentes dos nove países da região não cuidarem direito da Amazônia internacional. O comentário foi feito durante encontro, na França, dos líderes dos sete países mais desenvolvidos do mundo, o G7, composto pela Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Itália, Japão, França e Reino Unido.

Até o Papa Francisco, que já tem problemas cabeludos, principalmente com padres e bispos papando crianças, se aliou a Macron no discurso histérico contra Bolsonaro. Foi a deixa para o pessoal que quer explodir Bolsonaro se agitar igual siri na lata. Mas a verdade veio à tona. Eram as viúvas da mamata quem estava incendiando a floresta.