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Por : Ruy Telles 

A deputada Bia Kicis (mulher Maravilha) está causando insônia na quadrilha togada, ao ser indicada para a presidência da CJC (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados. Sua indicação causou espécie, tanto na esquerda, quanto no STF, por ter ela uma conduta ilibada, em sua vida privada, ou pública, e ter sido a autora da proposta da Lei da Bengala, em que derruba, uma “lei” de autobenefício emitida pelos membros do Supremo Tribunal da Folia, que aumentou em cinco anos a Lei votada no Congresso que define em 70 anos de idade o limite para deixarem o cargo.

E, mais uma vez, os bandidos eleitos, mas fazem parte de outra outra quadrilha, protegida pela maioria do “judiciário” e se escondem (abertamente) em partidos políticos, sejam da esquerda ou, alguns, de outros partidos e tem dívida a serem pagas, mais dia, menos dia. Essas quadrilhas, tremem ao descobrirem que os seus dias de deslumbramento chegaram ao fim. O fiel da balança deixou de ser o símbolo da justiçam, mas sim o Legislativo, que finalmente vai ocupar o seu espaço, ao eleger presidentes probos para Senado e Câmara desengavetando propostas a serem votadas, a favor do Brasil. Acabou a interferência.