Sob qualquer ótica que se encare, o ‘fantasma’ – se torna o repolho da salada indigesta entre os líderes comunitarios de Brasília. O rabugente da imundície de palavreado, o candidato ‘senador’ dos brejos sujos e vicejantes de adoradores da ditaduara, ele mesmo, o “fantasma’. Aliás, fala tantas asneiras, que ninguém mais lhe dá ouvidos mesmo.

A rejeição vai virando marca, basta acompanhar as redes sociais. Ele tripudia dos descalabros do bufão dos trópicos, tornando-se uma mera caricatura de si mesmo. Isolado e endiabrado na prática diuturna de atos inconsequentes a frente de um cargo comissionado no GDF. O que valem são as versões distorções do ‘fantasma’. Um incompetente incorrigível, com os desmandos, atrelados a hesitações em série, lhe tiraram respeito, seriedade.
Quem pode confiar no ‘fantasma’? Acreditar nas baboseiras que vomita?