Como é de conhecimento de todos, a vacina que trará imunidade ao corona vírus já começou a ser aplicada mundo afora. Em 36 países já foram imunizados em torno de 9,9 milhões de pessoas.

E o Brasil? Bem, meus anjos, nosso país aguarda registro, porém, não temos seringas para usar na aplicação da vacina. Sim, você leu certo. Não temos seringas. Mas por que ?

Bem, o presidente Jair Bolsonaro, que diga-se de passagem entrou o ano de 2021 no Guarujá, litoral de São Paulo, como é de costume, disse que não temos seringas porque o povo brasileiro superfaturou os valores quando soube que precisaríamos de mais de 100 milhões. Sim, em vídeo, tirou mais uma vez a responsabilidade que possui sobre ações desgovernadas de seu mandato.

O governo não fez a compra no tempo devido e em cima da hora quis comprar os insumos com valores abaixo do mercado. E , lógico , não deu certo!

Muito bem , vamos ponto a ponto. Se desde o início da pandemia havia uma corrida frenética para a criação da vacina, já deveríamos prever que precisaríamos de seringa, correto ? Corretíssimo. Quando você vai ter um filho , você compra fraldas descartáveis com muita antecedência, antes mesmo do bebê começar a fazer xixi, não é mesmo ?

Mas na sábia mente do nosso presidente e do ministro da saúde , esperar a vacina ficar pronta seria o momento correto para comprar as seringas. Então, mesmo com a vacina, por enquanto , você não será vacinado até que as seringas possam ser compradas.

Mas como é próprio do presidente, quando faz besteira, sempre solta uma cortina de fumaça para que os incautos não percebam como ele tem administrado pessimamente esse país. E por isso, falou mal do povo brasileiro , do mercado brasileiro e que as coisas aqui não dão certo por isso. Lembre-se, ele não comprou as seringas em tempo hábil, mas a culpa agora é sua e não dele.

A falta de precaução e e o desgoverno ficou mais uma vez na conta do povo e não da administração precária do governo federal.

Aos que cegamente defendem o presidente, informamos que a seringa dele tá guardada, a sua é que está em falta.