Fundação informou, nesta quarta-feira (23), que a produção dos imunizantes será destinada integralmente ao Ministério da Saúde

R7 PLANALTO | Plinio Aguiar, do R7

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) rejeitou, nesta quarta-feira (23), o pedido feito pelo STF (Supremo Tribunal Federal) de reservar 7 mil doses da vacina contra covid-19 para funcionários da Suprema Corte e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

“A Fiocruz esclarece que, como uma instituição estratégica do Estado brasileiro, visa garantir a produção nacional da vacina contra a covid-19 para a população brasileira, pelo SUS, e atender à demanda do PNI (Programa Nacional de Imunização)”, afirma em nota.

“A produção dessas vacinas será, portanto, integralmente destinada ao Ministério da Saúde, não cabendo à Fundação atender a qualquer demanda específica por vacinas”, acrescenta.

De acordo com o comunicado, a negativa será encaminhada ainda hoje para o diretor-geral do STF, Edmundo Veras dos Santos Filho, autor do pedido – ele justificou o pedido por funcionários do STJ e CNJ desempenharem papel fundamental no país e que “têm entre suas autoridades uma parcela considerável de pessoas classificadas em grupos de risco”.