Renata Schuster Poli

Após alguns meses do “FICA EM CASA” ser divulgado de forma intensa, milhares de pessoas cumprindo as orientações das autoridades, empresas, setor público e população recebendo informações de como deveriam proceder para que a doença não se prolifera-se, em poucos dias tudo parece ter sido esquecido.

Em varias partes do Brasil e do mundo estamos vendo a banalização desta doença que já vitimou fatalmente mais de 1.187.014 pacientes, e continua se alastrando de forma desordenada, as pessoas estão levando vida normal, indo a festas, passeios náuticos, eventos com aglomeração se esquecendo do uso de máscara, álcool em gel e demais cuidados. Sim em sua maioria jovens mas, que devido a idade muitas vezes não apresentam os sintomas e estão vitimando os familiares mais idosos.

Evento com lanchas barragem Lago Paranoá – Brasilia DF

Mas o que fazer se população e governo seguem a ideia do “liberar geral” ? O comércio e setores públicos, precisam trabalhar e funcionar para que a economia volte a se normalizar mas as normas básicas de seguranças devem ser mantidas, em Brasília, capital da República nas igrejas o distanciamento já não existe mais dentre outras flexibilidades que foram revogadas. Na capital como em outros estados a situação não anda nada boa diariamente os casos aumentando, e a estrutura que tinha sido montada já foi desmobilizada dando reforço a idéia de que esta tudo sob controle.

As propagandas que eram vinculadas nas redes sociais, televisões, rádios e jornais também não existe mais tudo para que seja dado o sentimento de tranquilidade e a população siga seu caminho da mesma foram que o gado segue para o corredor da morte nos frigoríficos, sem cumprir as regram impostas de precaução, novas ondas estão brotando em todo o mundo e com mais força e a “gripezinha” tem causado falência dos órgão levando milhões de pessoas a óbito.

Todo cuidado é pouco até o momento estamos vendo uma guerra comercial entre grandes potencias para ver quem vai ganhar de fato dinheiro e aumentar seu poder de persuasão a países sub desenvolvidos, que estão gastando suas reservas para comprar vacinas de todos os tipos e modelos sem que haja a comprovação efetiva que realmente vai dizimar o Coronavirus.