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O STF e a politica se misturam a todo momento a corte que deveria ter suas decisões de forma plena e soberana para assegurar a Constituição Federal, por muitas vezes se acha no direito de legislar de forma que contraria a vontade da população, colocando em cheque a lei maior de nosso país que por varias vezes vemos ser interpretada conforme a “conveniência e oportunidade”, depende quem será afetado ou inocentado. Bem decisão judicial não se discute ainda mais se tratando da suprema corte brasileira.

A nomeação do futuro ministro para compor o colegiado da conturbada corte, tem sido tema de inúmeras discursões nas redes sociais com troca de ofensas entre esquerdistas, bolsonaristas, colocando a população em uma situação de desinformação do que realmente levou o presidente,  a indicar Kassio Nunes, para tão importante cargo que tem a missão de guardar a constituição e fazer cumprir.

Kassio detém o saber jurídico necessário e já atuou em vários processos inclusive de repercussão nacional, mas ainda depende da aprovação das duas casas legislativas Senado e Câmara Federal, que dificilmente contestaram a indicação do futuro membro do Supremo Tribunal Federal, até porque já foram aprovados vários outros nomes que até hoje causam estranheza e repulsa.

Mas a grande questão é que precisamos oxigenar não só a política, mas o judiciário  e a mente da população que deve lado a lado com os poderes ajudar a fiscalizar e fazer valer seus direitos.

O Brasil dos antigos coronéis do café, que mandavam e desmandavam na velha política tem caído por terra,  agora precisamos de um judiciário mais independente e que defenda de fato o cidadão de bem que gera impostos.

Kassio será o nome para ocupar a vaga do decano Celso de Melo, que permaneceu naquela corte por mais de trinta anos, fazendo seus julgamentos baseados em convicções e estudos jurídicos, mas o novo judiciário tem que reescrever sua historia para que não caia no descrédito que se encontra os demais poderes. Que a cada quatro anos tem se renovado com novas ideias varrendo os que não representam a população, apesar dos membros do judiciário terem cargos vitalícios mas sempre tem a oxigenação e os antigos vão se tornando minoria para que a vontade popular seja realmente levada a sério.

Perfil

Kassio Cunha Marques tem 48 anos e é desembargador do Tribunal Federal da 1ª Região (TRF1) desde 2011. Ele foi escolhido pela então presidente Dilma Rousseff na vaga reservada a profissionais oriundas da carreira na advocacia.

Natural de Teresina, Marques foi advogado por cerca de 15 anos e integrou os quadros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele também foi juiz no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Piauí. 

Celso de Mello

Na mesma edição do Diário Oficial é publicado o decreto, no qual o presidente da República concede a aposentadoria, a partir de 13 de outubro, a José Celso de Mello Filho, no cargo de ministro do STF.