“O Mundo não será destruído pelo mal, mas por aqueles que os olham e não fazem nada” Albert Einstein.

Dois líderes políticos da atualidade são considerados polêmicos. São amados e odiados na mesma intensidade. Os “odiadores” os consideram loucos e inaptos para ocupar o cargo de Presidente de seus respectivos países. Será? Quem pode considerar-se normal nesse cenário político mundial?

Dentro da prática de psicologia clínica, temos critérios cientificamente definidos para avaliar a sanidade mental das pessoas. Reservo essa discussão para um outro momento.

Trataremos a loucura de modo figurativo, no contexto político atual. A história da humanidade está cheia de líderes que encontraram no palco da política um meio de expressão da sua loucura.

O presidente Jair Messias Bolsonaro declarou desde a campanha, ter um inimigo a ser combatido: o PT e tudo que esse partido representou para o Brasil. A oposição o acusou de louco paranoico. De produzir divisão entre direita e esquerda, conflito e ódio.

Por outro lado, eles, os derrotados nas urnas, consideram-se o povo amoroso, que clama por justiça, por ter sido usurpado o direito de permanecer eternamente no poder.

Tenho dito que Bolsonaro foi o candidato certo e sob medida para enfrentar esses adversários dissimulados. Sua presença forte e intempestiva trouxe segurança para aqueles que queriam a mudança. Chegou, mas não consegue governar. Estamos carecas de saber que há uma covarde trama estrelada por todos os “hollywoodianos” da política. O elenco inclui artistas, os eleitores, os políticos traidores, os phDeuses, e até a suprema corte.

Está claro que a oposição, mesmo muitos morrendo, literalmente, de ódio não abre mão do plano para derrubar o presidente.

Declaram isso todos os dias de diferentes formas: inúmeros pedidos de impeachment, perseguição aos apoiadores, afronta ao povo, tramas cada vez mais diabólicas e sofisticadas. Até quando? Até quando? GRITA o povo?

Um povo exaurido, cansado e subestimado, vendo seu presidente neutralizado por essas forças poderosas que agora mandam na nação.

A vida desses opositores é armar arapucas para pegar o presidente e chutá-lo da sua cadeira.

Essas pessoas não são loucas do ponto de vista psiquiátrico. Seria um desrespeito para com os loucos de fato, pois, muitos enlouquecem por não aguentar a falta de humanidade.

São perversos mesmos.

“… aquele que tem má índole, que tem tendência a praticar crueldades; malvado, perversidade; ruim. Que é capaz de prejudicar alguém: assassino perverso. Quem prejudica intencionalmente uma outra pessoa.”

Nunca vi uma amostra tão grande de perversos, são milhares, que respondem por um sobrenome de sinistro ou extrema esquerda.

Eles têm características de personalidade que aparentam autoconfiantes. Mas, na verdade são arrogantes, teimosos, rancorosos e megalomaníacos.

São grandes hedonistas, amam a vida boa e ser tratado como reis da cocada. Tem paixão pelo poder e tudo que dele deriva.

Suas mentes imaturas e personalidades hedonistas fazem com que persigam um ideal obcecadamente. São previsíveis, inflexíveis. Aparentam coragem, mas, na verdade são covardes.

Os covardes pensam sempre ganha – perde. A loucura deles é calculada sempre em seu favor. Não percebem, entretanto, que gastam uma vida inteira fazendo mal aos outros e geralmente morrem sem ter vivido a própria vida. Em geral, tem um triste fim.

O mais triste é que a parte oprimida por esses loucos perversos, fica aguardando o dia que o Senhor Deus venha nos livrar dos homens maus. Mas, é preciso fazer a nossa parte!

É preciso que tenhamos a coragem dos loucos. Agir, apesar do medo, da intimidação.

O corajoso pensa sempre no bem comum. Na equação ganha-ganha. Pensa no benefício de todos. Somente as pessoas sãs mentalmente podem ser corajosas. Agir com o coração sedento por justiça. Assim, o corajoso se diferencia do louco.

Portanto, faço um apelo aos saudáveis, aos que ainda se encontram em condição de sanidade mental. Para os políticos apoiadores do presidente, que ampliem suas influencias junto aos seguidores.

Gastem mais tempo conversando com os aliados. Tirem o foco improdutivo dos opositores. Eles são exemplo de união para tramar contra. Nós somos o poder real.

Aprendam fazer a união pela causa do Brasil, que essa causa é muito mais soberana do que tentar puxar o tapete do presidente.

Vamos parar de gastar velas com defuntos ruins.

Essa oposição ainda vive porque nós a alimentamos.

Estamos com foco nos conflitos e não na solução.

Estamos cansados de nos defender. Há um risco real de esgotamento quando se luta muito tempo sem resultados. E o esgotamento rouba-nos a paixão.

Nós temos um sonho: Precisamos encontrar forças para lutar e promover a nossa união. Para resgatar a fé e lembrar que temos um sonho.

Aqui um trecho do discurso da posse do Presidente Bolsonaro.

“Temos, diante de nós, uma oportunidade única de reconstruir nosso país e de resgatar a esperança dos nossos compatriotas.

Estou certo de que enfrentaremos enormes desafios, mas, se tivermos a sabedoria de ouvir a voz do povo, alcançaremos êxito em nossos objetivos, e, pelo exemplo e pelo trabalho, levaremos as futuras gerações a nos seguir nesta tarefa gloriosa.

Nada aconteceria sem o esforço e o engajamento de cada um dos brasileiros que tomaram as ruas para preservar nossa liberdade e democracia.”

Então povo de Deus!

Nossa liberdade está ameaçada!

Nós temos o poder nas mãos. Vamos fazer dar certo?

O presidente conta conosco!

E nós, contamos com ele!

Por: Bernadete Freire Campos

Psicóloga com Experiência de mais de 30 anos na prática de Psicologia Clinica, com especialidades em psicopedagogia, Avaliação Psicológica, Programação Neurolinguística; Hipnose Clínica; Hipnose Hospitalar ; Hipnose Estratégica; Hipnose Educativa ; Hipnose Ericksoniana; Regressão, etc. Destaque para hipnose para vestibulares e concursos.

Compartilhar: