Segunda etapa do programa Acolher visa proteger policiais penais que estão na linha de frente no combate à Covid-19 e atuam na Papuda

AGÊNCIA BRASÍLIA* | EDIÇÃO: FREDDY CHARLSON

A hospedagem é para trabalhadores que morem com pessoas do grupo de risco e atendem internos suspeitos ou diagnosticados com o coronavírus que residam com pessoas do grupo de risco. Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Os profissionais de execução penal que atuam na Papuda serão acolhidos para descansar após o dia de trabalho. Com essa medida, eles não precisam voltar para casa e, assim, reduzem as chances de transmitir a Covid-19 para seus familiares. Os servidores poderão se hospedar no Like U Hotel e no Kubitschek Plaza por meio do Programa Acolher, coordenado pela Secretaria de Turismo. Essa é a segunda fase do Programa, que iniciou com os profissionais da Secretaria de Saúde e agora se estende de forma inédita até os profissionais que atuam no Sistema Penitenciário do Distrito Federal. O anuncio foi publicado nesta quarta-feira (27), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

O Programa Acolher tem como missão cuidar da saúde ocupacional dos servidores da carreira de execução penal do DF, visando os afastamentos decorrentes da contaminação pelo Covid-19 e proporcionando maior segurança para que os profissionais não se tornem foco de transmissão junto a seus familiares, impactando diretamente na qualidade do serviço prestado no Sistema Penitenciário do Distrito Federal.

Os servidores irão se hospedar em apartamentos individuais (single), com café da manhã, almoço e jantar. Além disso, terão mais tempo para descansar pois conseguirão acessar facilmente os locais onde trabalham, dada a localização privilegiada dos hotéis. As vagas são destinadas aos profissionais lotados nos estabelecimentos penitenciários e residam com pessoas do grupo de risco e estejam envolvidos no atendimento presencial dos internos suspeitos ou diagnosticados com o coronavírus. 

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