“Que crime teria cometido para tamanha velocidade e abuso? Nenhum. A narrativa do sistema continua em pleno vapor!”, escreveu o vereador

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) se manifestou após o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviar três notícias-crimes à Procuradoria-Geral da República (PGR) que pedem a apreensão de seu celular e do celular de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro.

No Twitter, Carlos reclamou, nesta sexta-feira (22), da medida do ministro. O vereador fez um paralelo a Adélio Bispo, preso após dar uma facada em Bolsonaro em 2018, durante campanha presidencial.

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) se manifestou após o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviar três notícias-crimes à Procuradoria-Geral da República (PGR) que pedem a apreensão de seu celular e do celular de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro.

No Twitter, Carlos reclamou, nesta sexta-feira (22), da medida do ministro. O vereador fez um paralelo a Adélio Bispo, preso após dar uma facada em Bolsonaro em 2018, durante campanha presidencial.PUBLICIDADE

“Que crime teria cometido para tamanha velocidade e abuso? Nenhum. A narrativa do sistema continua em pleno vapor!”, escreveu Carlos.

Envio

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou três notícias-crimes à Procuradoria-Geral da República (PGR). Os pedidos foram apresentados por partidos e parlamentares que têm como alvo o presidente Jair Bolsonaro. Entre as medidas solicitadas, estão o depoimento de Bolsonaro e a busca e apreensão do celular dele e do vereador Carlos Bolsonaro para perícia. 

As notícías-crimes pedem desdobramentos na investigação sobre a suposta interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, que teria causado as mudanças no comando da corporação nas últimas semanas.

Nos despachos, Celso de Mello ressaltou ser dever jurídico do Estado promover a apuração da “autoria e da materialidade dos fatos delituosos narrados por ‘qualquer pessoa do povo’”. Agora, comete à PGR analisar os fatos colocados. Não há prazo para o procurador-geral Augusto Aras decidir sobre os pedidos.

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