Em junho, quando há a troca de comando nas câmaras da PGR, ala opositora ao procurador perderá pelo menos 70 vagas na instituição

Por Robson Bonin

Sentindo-se vítima de fogo amigo, o procurador-geral da República, Augusto Aras, mandou levantar a estrutura da PGR hoje nas mãos de seus “inimigos” e descobriu um verdadeiro cabide de cargos de confiança com salários que de 1.000 reais a 11.000 reais.

Aras pretende acabar com a festa em junho, período de troca de comando em câmaras da procuradoria. Pelas contas, são pelo menos setenta cargos comissionados que custam todos os meses mais de 300.000 reais ao órgão.

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