O ex-ministro Sergio Moro tem apoio dos grupos “lavajatistas” que pediram o impeachment de Dilma Rousseff em 2015, diz empresário

No

BUSCAR

JBr.

POLÍTICA & PODER

Planalto trabalha para tentar minar candidatura de ex-juiz

O ex-ministro Sergio Moro tem apoio dos grupos “lavajatistas” que pediram o impeachment de Dilma Rousseff em 2015, diz empresário

Avatar

Publicado 13 minutos atrás 

em 10/05/2020

PorRedação Jornal de Brasília

  • COMPARTILHAR
  • TWEET

PUBLICIDADE

No Planalto, a percepção é de que o ex-ministro Sérgio Moro é “candidatíssimo”, expressão usada pelo próprio presidente Jair Bolsonaro em uma conversa reservada. O temor de que o ex-chefe da Lava Jato divida os votos da direita é combustível para o governo traçar estratégias políticas.

O governo avalia que tanto o discurso feito por Moro ao abandonar o ministério, no último dia 24, quanto o depoimento de oito horas que deu à Polícia Federal em Curitiba, no dia 2, como parte do inquérito instaurado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar a suposta interferência do presidente na PF são ações políticas milimetricamente calculadas.

POLÍTICA & PODER

Planalto trabalha para tentar minar candidatura de ex-juiz

O ex-ministro Sergio Moro tem apoio dos grupos “lavajatistas” que pediram o impeachment de Dilma Rousseff em 2015, diz empresário

Avatar

Publicado 13 minutos atrás 

em 10/05/2020

PorRedação Jornal de Brasília

  • COMPARTILHAR
  • TWEET

PUBLICIDADE

No Planalto, a percepção é de que o ex-ministro Sérgio Moro é “candidatíssimo”, expressão usada pelo próprio presidente Jair Bolsonaro em uma conversa reservada. O temor de que o ex-chefe da Lava Jato divida os votos da direita é combustível para o governo traçar estratégias políticas.

O governo avalia que tanto o discurso feito por Moro ao abandonar o ministério, no último dia 24, quanto o depoimento de oito horas que deu à Polícia Federal em Curitiba, no dia 2, como parte do inquérito instaurado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar a suposta interferência do presidente na PF são ações políticas milimetricamente calculadas.PUBLICIDADE

Segundo pessoas que estiveram na reunião ministerial do dia 22 de abril, citada por Moro em seu depoimento e na qual Bolsonaro teria pressionado o ex-ministro a mudar a chefia da PF, a gravação requerida pelo ministro do STF Celso de Mello, relator do inquérito, não mostra muita coisa além do que já se sabe, mas tem potencial para desgastar o governo.

O principal motivo são palavrões e outras ofensas desferidos por ministros contra os integrantes do Supremo. Um dos mais exaltados teria sido, segundo relatos, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, embora não tenha sido o único da sala a se referir de forma desrespeitosa aos magistrados.

Os olhos do Planalto, neste momento, se voltam para uma denúncia contra Moro feita por um grupo de 14 advogados na Comissão de Ética Pública da Presidência para que o ex-ministro seja investigado por possíveis atos ilícitos no período em que ocupou o cargo. Se for condenado pela Comissão, Moro fica inelegível.

Jornal de Brasília