Por : Genésio Vicente

Atingida em cheio pelo COVID19 a sociedade brasileira assiste atônica a evolução da doença, enquanto que nossos gestores se digladiam pelo poder e a luta diária em sustentar seu ponto de vista e suas opiniões, como nação ficamos com a nítida impressão que não temos “foco”.


Já disse J.K. Rowling, em sua famosa obra Harry Porter, nas falas de seu sábio e marcante personagem o Albus Dumbledore:
“É possível encontrar felicidade em momentos obscuros, quando somos capazes de usar bem a luz.”


Só olhando para ficção e buscando literatura para compreender este mundo atual, muitos veem seu vizinho, seu amigo, alguém da sua família e até quem cruza de forma despretensiosa nosso caminho passando por dificuldades, quer seja por ser um trabalhador informal que do dia pra noite se encontra em desespero, sem dinheiro para abastecer e alimentar a si e a seus dependentes; quer seja um trabalhador formal que sentiu na pele a perda de seu emprego, tragado pela crise econômica, advinda da falta de giro na economia e infelizmente seu empregador foi forçado a promover sua demissão.


As pessoas utilizam diferentes caminhos para demonstrar sentimentos destinados a fazer o bem. Alguns lançam mão da filantropia, “esse ato sustentado pela decisão individual de entregar ou oferecer algo a outros sem esperar nada em troca, ou qualquer recompensa”.


Sem dúvida será e é um belo gesto de uma via, sem retorno – e que geralmente é expresso por meio de um aporte econômico que ao longo da história se mostrou a serviço de realizar tarefas que beneficiaram a humanidade. Há inúmeras organizações ao redor do globo que nasceram com esta premissa de ajudar o próximo.


Muitos são mais voltados à solidariedade, que é “um conjunto de gestos e ações que unem as pessoas para que elas colaborem com uma solução para problemas que diferenciam a raça e são inerentes à existência humana”.

Nos ensina Franz Kafka, sábio escritor Tcheco, considerado pelos críticos como um dos escritores mais influentes do Século XX:

“A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana.”

Ao ser solidário assumimos o compromisso ético ao ato de servir.
Servir significa “colocar para funcionar as virtudes que os seres humanos trazem em si quando nascem, para que atendam de forma personalizada, valiosa e constante o legítimo interesse dos demais”. Quando promovemos alguma ação que erradique uma doença, promova a paz e especialmente uma ação que resgatam pessoas de um momento muito difícil em suas vidas, que a terrível consequência de estar passando fome, estamos servindo e praticando a solidariedade diminuindo a dor do próximo.


Uma boa constatação é que e mesmo atravessando esta tempestade podemos dizer que felizmente somos um povo compreensivo e praticamos a solidariedade.


Não é preciso ir longe, vamos ficar atentos ao nosso redor e podemos fazer algo por alguém, devemos e podemos usar nossa luz… Pense nisto


Servir significa “colocar para funcionar as virtudes que os seres humanos trazem em si quando nascem, para que atendam de forma personalizada, valiosa e constante o legítimo interesse dos demais”. Quando promovemos alguma ação que erradique uma doença, promova a paz e especialmente uma ação que resgatam pessoas de um momento muito difícil em suas vidas, que a terrível consequência de estar passando fome, estamos servindo e praticando a solidariedade diminuindo a dor do próximo.
Uma boa constatação é que e mesmo atravessando esta tempestade podemos dizer que felizmente somos um povo compreensivo e praticamos a solidariedade.


Não é preciso ir longe, vamos ficar atentos ao nosso redor e podemos fazer algo por alguém, devemos e podemos usar nossa luz… Pense nisto!